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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

ARTESANATO


A Tok & Stok foi buscar em Miracatu, município de 23 mil habitantes situado
no Vale do Ribeira (SP), um de seus lançamentos deste ano. Em novembro, a
rede de móveis e decoração coloca no mercado uma nova série de pufes,
fabricados com fibra de bananeira, reforçando, assim, a presença do
artesanato nas prateleiras de suas 26 lojas. “Foi um casamento feliz que
fizemos com os artesãos, que já dura 30 anos”, diz Edson Coutinho,
coordenador de tendências da varejista, considerada a maior distribuidora de
artesanato no país. Dos 10 mil itens que compõem a atual linha
da Tok & Stok, 600 são de diferentes tipos de artesanato, fornecidos por
cerca de 200 produtores.

ARTESANATO MIRACATUENSE - BANARTE

CURSO MINISTRADO PELA BANARTE EM ILHA COMPRIDA

CURSO MINISTRADO PELA BANARTE EM ILHA COMPRIDA

CURSO MINISTRADO PELA BANARTE EM ILHA COMPRIDA

PROJETOS DA BANARTE


Artesanato

O artesanato produzido no município com a utilização da fibra da bananeira, tornou-se, atualmente, uma importante fonte de renda para muitas famílias, tendo conquistado espaço no mercado interno e sendo exportado para vários países. A “Banarte” é uma cooperativa informal, composta por um grupo de artesãos, que utilizam a fibra na confecção de tapetes, baús, almofadas, jogos americanos, esteiras, bolsas, cachepôs, etc. Sua produção é comercializada na “Casa do Artesão” (em Miracatu), em lojas (C&A, Casa e Construção, Filhos da Terra Brasil, dentre outras), em feiras no município e na região, no Revelando São Paulo, no Museu da Casa Brasileira, na Guift Fair, na Casa Cor e na Maison e Objet (feira de decoração na França).

O cipó também é utilizado com sucesso na produção de artesanato. Com o cipó imbé, encontrado apenas em matas virgens, o pernambucano Gercino Antonio de Lima, deu o grande salto da sua vida. Ele trabalha há 36 anos com artesanato e vende suas peças na beira da Rodovia Régis Bittencourt.

Na Casa do Artesão, espaço cedido pela prefeitura, ficam expostos e são comercializados os trabalhos com a fibra da bananeira e com o cipó.



Banana + arte = Banarte


Grupo de artesãos do Vale do Ribeira conquista novos clientes na Craft Design

Em Miracatu, na Vale do Ribeira, desde 1997 a fibra da banana tem sido transformada em bolsas, jogos americanos, almofadas, baú, cubos para abajur e vários outros objetos de decoração. Nessa época o uso da fibra ainda não era conhecido e muitas experiências foram realizadas para aprimorar o uso do material. Hoje, o material já é reconhecido como matéria-prima típica do artesanato da região.

Creuza Marques de Queiroz, coordenadora da Banarte, grupo de 38 artesãos do município que recebem apoio do Sebrae-SP e da prefeitura de Miracatu, diz que esse panorama começou a mudar de uns três ou quatro anos para cá, quando seus produtos começaram a ganhar espaço em feiras e chegam hoje a consumidores de São Paulo, Rio de Janeiro ou Curitiba em lojas como a Tok&Stok.

Prova disso é a obtenção de novos clientes durante a participação do grupo na 13ª Craft Design, uma das principais feiras de negócios voltada para lojistas, arquitetos, decoradores e profissionais ligados à decoração, realizada em São Paulo em agosto.

De acordo com Creuza, as quatro novas encomendas representam uma produção de 50 brindes, além média mensal de 500 peças. Entre os clientes, estão empresas de brindes e lojas de decoração. "Além disso, recebemos muitos pedidos de amostras". A Banarte participou da feira por meio do Programa de Artesanato do Sebrae-SP, que desde 2001 capacita 28 grupos do Estado de São Paulo, reunindo cerca de 200 artesãos.

Fibra da banana


A Banarte trabalha com trançado de fibra de bananeira, um dos principais produtos da região. É dos sítios da região que chega a fibra da banana, que é lavada e seca pelas artesãs antes de transformada em artesanato. Entre as ferramentas, as mais utilizadas são o tear, o quadro de pregos e as tradicionais agulhas de costura.

Mas o aprimoramento constante é também uma marca do grupo. Creuza conta que na mais recente oficina de design promovida pelo Sebrae-SP entre 9 e 11 de julho, as artesãs começaram a empregar a técnica de decoupage, que consiste no revestimento de superfícies com gravuras, só que no caso adaptada para a fibra da banana. "Com a decoupage, podemos começar a atuar também na linha de objetos para escritório, como blocos de anotação, pastas, bandejas para papel, porta-canetas e caixas de vários tamanhos".

Já na oficina de formação de preços, realizada em 21 de julho também pelo Sebrae-SP, também foi importante para as artesãs formarem uma idéia mais forte do produto que têm em mãos. "A gente aprende a levantar o custo da matéria-prima, da produção, distribuição, até o produto final".

A participação em feiras, conclui a coordenadora, tem sido fundamental para a divulgação do produto. Uma das mais importantes foi a Feira Internacional de Artesanato de Negócios da América Latina, realizada em São Paulo em março de 2008.

Mas o trabalho das artesãs de Miracatu e do Vale do Ribeira também já vem se transformando em referência. Tanto que no final de junho, o gerente do Sebrae-SP no Vale do Ribeira, Daniel de Almeida, foi um dos palestrantes convidados da XII Feira de Produtos e de Serviços Agropecuários, realizada em Fortaleza. Ali, ele falou sobre ecodesenvolvimento e geração de renda a partir do artesanato com a fibra da bananeira. "Nossa intenção é fazer do Vale do Ribeira a principal referência em artesanato em fibra de banana do país", avalia o gerente.

Serviço:
Banarte
Local: Miracatu, Vale do Ribeira
Endereço: Rua Silas Baltazar de Araújo, s/n, Jardim Miracatu, CEP: 11650-000
Tel.: (13) 3847-3634
E-mail: banarte@yahoo.com.br

Atendimento à imprensa:
Andreoli/Manning, Selvage & Lee a serviço do Sebrae-SP
Alessandro Atanes - Assessor de Comunicação
Tel.: (55 13) 9137-9010/ 3227-6663
E-mail: alessandro.atanes@andreolimsl.com.br


FONTE: SEBRAE/SP


Vale do Ribeira conquista mercado externo com arte que vem da banana

A banana sempre foi um dos pilares da economia no Vale do Ribeira, mas nunca rendeu o suficiente para tirar da região a condição de um dos quadriláteros mais pobres do Estado de São Paulo. Para piorar, muitos bananais convivem com a praga da broca, conhecida como moleque da bananeira, que provoca a redução dos cachos, trazendo prejuízos para o agricultor.

Para muitos, a solução está vindo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, que desenvolveu um manual de produção para utilização da palha e do fio da bananeira, extraídos do pseudocaule da planta. "A bananeira só dá frutos uma vez. Se estiver infestada com a praga, acaba contaminando os filhotes que nascem ao redor. Cortando o tronco, eliminamos as chances de proliferação das brocas, que se alimentam da reserva nutricional da planta", explica Evaristo de Castro, agrônomo responsável pelo departamento de agricultura e meio ambiente de Miracatu.

Os produtores estão descobrindo que as fibras retiradas dos troncos podem se transformar numa riqueza quase tão importante quanto a própria banana. No município de Miracatu, mais de 150 pessoas foram treinadas para extrair as fibras do pseudocaule da bananeira. Atualmente, 80 pessoas trabalham com o artesanato, sendo que a maioria faz parte da Banarte, uma cooperativa que conta com o apoio da prefeitura.

"Mudou completamente minha vida. Eu ficava em casa e agora tenho trabalho. Estou aqui há mais de quatro anos e adoro artesanato", diz Cristina Andréia Pinze Filippini, enquanto extrai as fibras. Além de reduzir a proliferação das brocas dos bananais, gera renda para muitos artesãos. "Com o trabalho, consigo pagar o aluguel e minhas contas. Quero ficar velhinha e caduca fazendo este trabalho que adoro", brinca Maria Dalva de Jesus, que está há quatro anos na Banarte. "O dinheiro que recebemos ajuda bastante. Coloquei piso na minha casa e comprei alguns móveis", conta Lenilda da Silva Salviano.

Cinco tipos de fibra
Do pseudocaule da bananeira, são extraídos cinco tipos de fibras. Até mesmo o miolo pode ser utilizado para se fazer papel. Cada fibra tem suas próprias características. Apenas uma delas (rendinha), por exemplo, aceita tingimento. Os artesãos as transformam em esteiras, tapetes, jogos americanos, cortinas, balaios, cestas, bolsas, chapéus, chinelos e outros produtos.

O artesanato da bananeira conquistou espaço no mercado interno e está sendo exportado para vários países. "É gratificante saber que o nosso trabalho está sendo reconhecido", diz Vanda de Oliveira Ramos, artesã da cooperativa há dois anos.
A prefeitura, que tem convênio com a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco), corta os pseudocaules e os leva para os artesãos da Banarte. "A Sutaco é importante para emitir as notas fiscais", frisa Suzana de Lima Mendonça, presidente do Fundo Social de Solidariedade de Miracatu, responsável pelo sucesso do trabalho.
Na Casa do Artesão, espaço cedido pela prefeitura, ficam expostos e são comercializados os trabalhos com a fibra da bananeira. Muitos moradores da zona rural trabalham em suas residências, com material retirado das bananeiras de seus próprios sítios.
"Estou ensinando meus irmãos e minha família. O dinheiro que recebo dá para pagar as dívidas e me ajuda bastante", ressalta Valdicéia Lopes Vassão, que passou seus conhecimentos para vizinhos e amigos. Os artesãos da zona rural também são cadastrados pela Sutaco.

A Sutaco auxilia, o restante depende de engenho e arte
A Sutaco, vinculada à Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho (Sert), promove, desenvolve, divulga e comercializa o artesanato paulista. Coordenadora no Estado de São Paulo do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), a superintendência do trabalho estimula a produção do artesanato para criar oportunidades de geração de renda e emprego, resgatando formas tradicionais de expressão cultural do povo paulista.
Quase 30 mil artesãos estão cadastrados e possuem a carteira de identidade do artesão. Diariamente, aproximadamente 16 artistas são atendidos. Depois de se cadastrarem, podem emitir notas fiscais para seus clientes pela Sutaco. Em dezembro do ano passado, foram lançadas notas fiscais num total de R$ 900 mil.
Para fazer o cadastro, o artesão deve levar duas fotografias, um selo dos correios para envio da carteira, RG, CPF, comprovante de residência e três peças prontas de cada técnica artesanal que deseja cadastrar.

Novo sistema de registro está sendo desenvolvido para unir os dados do cadastro de artesãos com as informações a respeito das notas fiscais emitidas. O cruzamento desses informes possibilitará o lançamento de relatórios precisos sobre o artesanato paulista, como as técnicas que mais vendem e os artesãos que estão se destacando no Estado. Quando o novo sistema estiver funcionando, ele nem precisará levar fotos para o cadastro. Será ainda mais simples a emissão da carteira de associado.

Desde o início do mês, o novo site está pronto. São mais de 220 páginas com os trabalhos dos artesãos paulistas, ampliando sua divulgação e permitindo que as peças possam ser comercializadas para qualquer parte do mundo.

Autenticidade da peça
Além dos documentos, o artesão deve apresentar material necessário para confecção de uma peça de cada técnica durante o cadastro. A execução do objeto é exigida para comprovar a autenticidade do trabalho, que depois é classificado numa das categorias de artesanato: bijuteria, bordado, cerâmica (utilitária, figurativa ou artística), colagem, crochê, joalheria, madeira (utilitário, brinquedo, móvel ou instrumento musical), marchetaria, metal, modelagem, moldagem, mosaico, oshibana (prensagem de flores e folhas para confecção de cartões e outros objetos), papel, pedra, pintura, renda, tapeçaria, taxidermia (animais empalhados), tecelagem, tecido, técnicas de impressão (litogravura, pirogravura ou xilogravura), trançado, tricô e vidro.
Os produtos dos artesãos cadastrados são encontrados na loja da Sutaco, na Estação República do Metrô. O superintendente Miguel Del Busso acredita que mais de 6 mil profissionais da área deverão ser cadastrados este ano.

Dificuldades do trabalho
Marlene Augusta dos Santos, responsável pelo planejamento e Tatiana Moraes Nunes de Oliveira, que cuida da comercialização da Sutaco, explicam que uma das maiores dificuldades dos artesãos é estabelecer preços de suas mercadorias. A maioria não sabe calcular o valor da peça produzida. Alguns exageram no preço, tentando compensar o tempo que levam para executar a obra (até mesmo, pela falta de prática) e outros, vendem por preços inferiores.
A emissão de notas fiscais também veio contribuir para o desenvolvimento do trabalho. Antes, eles não podiam vender suas obras diretamente para o consumidor e para lojas, o que limitava as possibilidades de lucro.

Muitos artesãos procuram a Sutaco para receber orientações técnicas e jurídicas. Todos têm acesso ao acervo e ao banco de dados, com informações históricas e técnicas sobre artesanatos e artesãos, universidades e entidades que trabalham na área.

Com o cipó, Gecino deu o grande salto da sua vida
O pernambucano Gecino Antonio de Lima trabalha há 36 anos com o cipó imbé, encontrado apenas em matas virgens. "Minha mulher, com quem estou há 12 anos, fez uma peça. Fiquei encantado e levei para o trabalho. A obra que ela desenvolveu em menos de um dia vendi por um valor que, com certeza, demoraria a semana inteira para ganhar. Saí do serviço e comecei a fazer também", lembra.

O artesão de Miracatu, que mora e vende seus trabalhos na beira da Rodovia Régis Bittencourt, garante que pode fazer qualquer peça que o cliente queira. "Outro dia, um doutor parou aqui e perguntou se eu poderia fazer uma estante. Sem nem perguntar quanto custaria, deixou um adiantamento. Ficou um móvel tão bonito que até fiquei com medo. O cliente gostou tanto que encomendou um maior", conta orgulhoso.

"Sempre tenho a preocupação de não cortar o cipó na época errada, e assim preservar o meio ambiente. O artesão deve ter consciência da importância do manejo", ressalta Renan Carlos Novais, técnico da Sutaco, que acompanha o trabalho de Gecino há mais de 20 anos, desde que ele se cadastrou na superintendência. "Sou muito esperto. Só colho o cipó quando está maduro. Tem gente que quer tirar tudo", concorda Gecino.

Serviço
Sutaco: Avenida Angélica, 2.582 - São Paulo - Telefone (11) 3311-1231. Outras informações no site www.sutaco.com.br

Fonte: Agência Imprensa Oficial

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Sorvete de banana



Receita 1 - FÁCIL DE FAZER! delícia de comer!





No copo do liquidificador, colocar 1/2 medida de leite integral, 1 medida de natas, 2 bananas maduras e um pouco de açúcar amarelo. Bater tudo, provar, acertar o açúcar. Levar à sorveteira durante 15 minutos e comer. Servir bem gelado . Deixar por cerca de umas duas horas, para ficar mais duro e amadurecer os sabores.

Banana Vale

PERSPECTIVA ECONÔMICA DA BANANA NÃO É NEGRA E FUTURO INDICA: SIGA A MODERNIDADE E TOCA INOVAÇÃO

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de banana e o maior consumidor per capita com 29 kg/hab/ano.

A Índia tem a maior colheita mundial mas, dada a dimensão da sua população tem um consumo per capita de apenas 12 kg/hab/ano.

Com isso, a banana é a fruta mais importante e o quarto alimento vegetal mais consumido no mundo, superada pelo arroz, trigo e milho.
A análise das exportações brasileiras de banana mostram que:


O Rio Grande do Norte firma-se na liderança das exportações de banana vendendo produtos por melhores preços e obtendo maior geração de divisas;

Santa Catarina continua dominando o mercado do prata, mas vende banana a preços muito menores que os obtidos pela banana potiguar, mais próxima do padrão internacional do complexo bananeiro.

Os plantios de banana se distribuem por todo território brasileiro envolvendo inúmeras variedades com diferentes produtividades, sendo a maioria plantios não diretamente voltados para os grandes mercados urbanos. Isso cria uma condição de convivência entre bananais estrativos e bananais comerciais o que acaba gerando enormes diferençasde padrão técnico
Em São Paulo:

O valor da produção da banana cresce mais que valor da produção da agropecuária (VPA) estadual, aumentando sua participação de 1,2% para 1,8% da renda bruta setorial.

O desempenho dessa fruta explica o aumento tanto absoluto como relativo da participação da Região Administrativa (RA) de Registro na agropecuária estadual. também tendo na banana seu principal produto agropecuário a Região Metropolitana (RM) da Baixada Santista acompanha a tendência de crescimento do VPA com o que sua participação estadual subiu de 0,13% para 0,19%. interessante notar que, em função do preponderância da banana, o valor da produção por hectare da RA de Registro cresce mais que a média estadual passando a gerar 1,43 mais renda por unidade de área que a média estadual em 2004, nível ainda mais expressivo na RM da Baixada Santista que de 2,6 vezes a média estadual passou para 3,8 vezes.

Isso mostra e reforça a condição estratégica e quase insubstituível no curto prazo da banana para a agropecuária regional de Registro e da Baixada Santista.

No Vale do Ribeira:

Fica caracterizada a importância da banana para a economia agropecuária do vale do ribeira, bem como que ainda não se manifestaram efeitos deletérios da detecção da Sigatoka Negra no desempenho econômico da cultura, tendo inclusive aumentado a produção e a renda bruta.
Também fica patente a diferenciação de performance da banana na RA de Registro que se mostra superior em termos econômicos ao da banana da RM da Baixada Santista, o que pode ser um indicador de menor capacidade econômica de ajustamento de longo prazo, aos efeitos da presença da sigatoka negra nos bananais.

A análise realizada mostra que, em grandes linhas, da ótica do comportamento dos mercados não se nota, até o momento, impactos relevantes da detecção da Sigatoka Negra nos bananais do sul/sudeste do Brasil. Do ponto de vista micro-econômico do produtor de banana há que se considerar que as pressões de custos pelo maior número de tratamento fitossanitário, que nesse ítem específico de despesas representam aumentos de 15 a 35% dependendo do grau de infestação e da qualidade do manejo, estão sendo absorvidas.
Em função isso é relevante ter nítido que o progresso técnico se mostra como única alternativa para quem quiser continuar a produzir banana, estando condenadas opções que não perfilem esse caminho. a pressão pela profissionalização da produção rompendo com o quase extrativismo bananeiro de algumas estruturas produtivas é inexorável. Também ficam comprometidas propostas de uso de variedades alternativas à nanica, pois existem questões de ajustes difíceis na aceitação pelo mercado dado o paladar distinto, o que preconizaria ampla alteração não previsível de hábitos de consumo. a perspectiva formada até o momento dão conta de que a banana continuará a ser produzida e consumida com produtividades crescentes e preços estáveis.
Da ótica regional do Vale do Ribeira, a diferença de dinamismo entre a banana da RA de Registro e da RM da Baixada Santista pode indicar os efeitos localizados que a Sigatoka Negra pode causar, qual seja condenar bananais velhos e de baixo nível tecnológico e ampliar as oportunidades para bananais novos, inseridos dentro de estratégias de produção integrada de frutas que em muitas áreas de banana do vale do ribeira têm apresentado sucesso.
A análise econômica nesse caso vem apenas confirmando a tendência de mercado uma vez que até agora, não há fenômeno que permita mensurar efeitos diferentes das tendências de preços e oferta que vem sendo mantidas como continuidade das observadas antes da detecção da doença. Isso não significa dizer que estão descartadas mudanças estruturais de médio e longo prazo e nem mesmo efeitos conjunturais drásticos em função de um fenômeno aleatório que impulsione o efeito deletério dessa doença dos bananais, simplesmente aponta que a presença da sigatoka negra não afetou a renda e o movimento dos mercados.
Em síntese, a banana tende a evoluir enquanto fruta relevante com maior progresso técnico. os produtores de menor padrão tecnológico terão dificuldades de sustentação numa realidade de maiores custos e maior profissionalização.

fRAGMENTO DO Trabalho apresentado na XIII REFIB - Reunião Itinerante de Fitossanidade do Instituto Biológico - Registro (SP) - 23 e 24 de novembro de 2005.
Autor(es):

José Sidnei Gonçalves, Luis Henrique Perez, Sueli Alves Moreira Souza

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A BANANA - PARTE I


A BANANA - PARTE I


A banana é uma unanimidade mundial.
Originária do Sudoeste da Ásia, é a fruta de mesa mais vendida em todos os países.

No Brasil, um dos maiores produtores, a cultura ocupa 500 mil hectares. São Paulo, o terceiro maior produtor (depois da Bahia e do Pará), colhe 900 mil toneladas em 45 mil hectares, empregando 20.437 pessoas.

A produção está concentrada no Vale do Ribeira e Litoral Sul, destacando-se Cajati (12,7%), Miracatu (10,6%), Juquiá (9,6%), Itariri (8,4%) e Itanhaém (8,2%). A banana, responde por mais de 60% do valor da produção agrícola regional, e é sua principal atividade econômica.

A BANANA - PARTE II


A BANANA - PARTE II


O Brasil é um dos maiores mercados consumidores.

O consumo médio anual é estimado em 24 Kg per capita. Faz parte do hábito alimentar das populações mais carentes devido a seu baixo custo e alto grau de calorias (870 Kcal/1000g).

A banana é rica em açúcares, fibras, niacina, cálcio, fósforo e principalmente potássio.



A grande procupação para os mercados ficarem cada vez mais fortes é o trato em toda a cadeia produtiva. Iniciando em seu plantio até sua comercialização. A classificação, o uso de embalagens adequadas e de rótulos com correta identificação do produto, integram o processo de modernização beneficiando toda a cadeia de produção.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A EMBALAGEM DO FUTURO E OUTRAS IDÉIAS

EMBALE ESTA IDÉIA


O concurso "EMBALA IDÉIAS", produzido pela ADP (Associação de Designers de Produto) aberto apenas para estudantes de design do Estado de São Paulo inova constantemente o mercado de embalagens. Confira esta embalagem super interessante produzida por alunos deste concurso. Ser criativo e propor inovações não é para qualquer um.


OUTRAS IDÉIAS INTERESSANTES SOBRE O MESMO TEMA

Parece mais um dos produtos das empresas Tabajara, mas na verdade é um lançamento da Banana Guard.
Antes que eu me esqueça ele vem em várias cores! Dizem que o próximo lançamento será um protetor de ovos.

BANANA PRATA


"Banana prata com açúcar e canela"


fritas na manteiga e deitadas em caminha de açúcar e canela em pó. Receita simples, prática e muito saborosa.
DIA 22 DE SETEMBRO É O DIA DA BANANA

MIRACATU - TERRA DE GENTE BOA

MIRACATU
UM DOS MUNICÍPIOS DE DESTAQUE NO CULTIVO DA BANANA

Banana da terra


Nome Científico: Musa sapientum, Linneo


Nome Popular:
Bananeira da terra, Banana comum, Banana comprida e Pacoba


Habitat: Em diversas tribos indígenas é chamada de banala ou banará, de onde os portugueses tiraram a denominação vulgar.


Descrição da Planta: A sua haste é mais vigorosa e não tão elevada como a banana prata, as suas folhas são muito maiores, de cor verde clara e o cacho é bem desenvolvido. Os frutos são de 25cm de comprimento sobre 4 de diâmetro, geralmente um tanto recurvados, com os ângulos salientes, a extremidade delgada e a casca de 3 a 6 mm de grossura, forte, de cor amarela quando maduros, muitas vezes manchados de preto, com a parte carnosa compacta, um pouco dura, de cor branca amarelada, de sabor fraco adocicado e não muito suculenta. Desta espécie derivam muitas variedades.
As raízes tuberosas chamadas inhame de bananeira ou soca são alongadas ou arredondadas, carnosas e cheias de raízes fibrosas um pouco suculentas. Costumam pesar entre 7 e 15kg;


Partes Usadas: frutos, raízes tuberosas, caule e flor